terça-feira, 31 de março de 2015

O essencial, Rubem Alves


"Levou tempo para que eu percebesse que quem presta muita atenção no que é dito não consegue escutar o essencial. O essencial se encontra fora das palavras." 

Rubem Alves

segunda-feira, 30 de março de 2015

domingo, 29 de março de 2015

sábado, 28 de março de 2015

Energia divina, Leonard Orr


'Quando a energia divina flui em nós, ela limpa e alimenta a alma, assim como nutre e cura o corpo e a mente.' 
Leonard Orr

sexta-feira, 27 de março de 2015

Encantamento, Professor Hermógenes


“Pratiquem com espírito de criança!
Mais livres, com poucos julgamentos,
Observando tudo com encantamento.”
Professor Hermógenes

quinta-feira, 26 de março de 2015

Venci, Cecília Meireles


"Venci todas as vezes que lutei, mas perdi todas as vezes que deixei de lutar."
Cecília Meireles 

quarta-feira, 25 de março de 2015

terça-feira, 24 de março de 2015

Flores, Tagore


'Para adornar-te, para vestir-te, para fazer-te mais preciosa, o mar dá as suas pérolas, a terra o seu ouro,
os jardins as suas flores.' 
Rabindranath Tagore

segunda-feira, 23 de março de 2015

Alma, C.G. Jung



"Conheça todas as teorias,
domine todas as técnicas,
mas ao tocar uma alma humana
seja apenas outra alma humana."
C. G. Jung

domingo, 22 de março de 2015

Águas, Pero Vaz de Caminha


[...]
Águas são muitas e infindas. E em tal maneira é graciosa que querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo por bem das águas que tem,
[...]
Pero Vaz de Caminha

Trecho da Carta de Pero Vaz de Caminha, escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral à D. Manuel sobre a descoberta do Brasil em 1º de maio de 1500.


Homenagem ao DIA MUNDIAL DA ÁGUA

sábado, 21 de março de 2015

Amor, Osho


"Eu chamo de materialista o homem que não conhece a arte de amar. Eu não chamo de materialista o homem que não acredita em Deus. E eu não chamo de religioso o homem que acredita em Deus. Eu chamo de religioso o homem que está crescendo em seu amor, em sua confiança – e vai espalhando o seu êxtase por toda a existência." 
Osho

sexta-feira, 20 de março de 2015

Outono, Dalai Lama


"Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiúra, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente."
Dalai Lama
Homenagem ao início do Outono

quinta-feira, 19 de março de 2015

quarta-feira, 18 de março de 2015

O presente, Frank Lloyd Wright


"O presente é a sombra que se move separando o ontem do amanhã. Nela repousa a esperança." 
Frank Lloyd Wright

terça-feira, 17 de março de 2015

segunda-feira, 16 de março de 2015

Ser normal, Professor Hermógenes

"Deus me livre de ser normal."
Professor Hermógenes

José Hermógenes de Andrade Filho (Natal, 9 de março de 1921 –  Rio de Janeiro, 13 de março de 2015), mais conhecido como professor Hermógenes, foi um escritor, professor brasileiro, precursor e divulgador do hatha ioga no Brasil.

Uma doença chamada Normose

Dr. Hermógenes *
O mundo “normal” nos atrai. Enquanto atrai, nos distrai.
E porque nos distrai, nos trai. Se nos deixamos trair, ele nos destrói.
É hora de despertar!
Sinceramente: ”Deus me livre de ser normal”.
Desde que comecei a caminhar no Yoga venho conseguindo manter uma bendita e invejável “anormalidade”. Eu já fui “normal” e não tenho saudades.
Venho estendendo meu convite a todos para que comecem a sua “desnormalização”. E, este meu convite é uma expressão de amor ao homo sapiens, à minha espécie.
Será absurdo clamar aos homens e mulheres desta sacrificada, caótica, amoral, violenta, injusta, vazia, entediada, poluída, cruel, amalucada e decadente sociedade em que vivemos que tomem consciência, e não mais continuem a submeter-se inconscientemente a esta lógica, obsedante e patológica “normalidade”?
Será estranho o meu clamor aos acomodados ou rendidos que se rebelem e se libertem?
Será mesmo descabido a proposta de uma terapia que pretenda curar esta doença que vem sendo chamada “normalidade”, "normose"?
O homem “normal” é um doente!
Quando se diz “em terra de cego quem tem um olho é rei”, está se dizendo que a cegueira é o “normal”.  Nesse caso, o “anormal”, aquele que vê, é bastante melhor, tanto que pode ser o “rei”.
Há décadas, o Papa Paulo VI diagnosticou a sociedade de seu tempo, dizendo: “O mundo está doente”.  Você contesta? Ou constata?
Considerando somente as aparências, isto é, aquilo que a mídia (imprensa, rádio e TV) fez aparecer, o mundo parece estar em acelerada degradação, parecendo um filme de terror, escorregando para a tragédia.  Visando vender para os “normóticos”, para a massa ignorante(que ignora e faz tudo para seguir ignorando), desprovida de discernimento – e, sem dúvida, padecendo de acentuado distúrbio sadomasoquista, que se deleita no consumo de notícias mórbidas, de sujeira, crueldade e pavor -, os grandes veículos se aprimoram em acentuar as tintas negras, os sintomas alarmantes, ao dar publicidade predominante ao lado enfermiço da humanidade.
E não é somente a imprensa que vende tais aspectos e componentes trágicos, doentes e poluídos da sociedade humana; a sub-arte também. Cinema, fitas de vídeo, novelas, casas de espetáculo exageram os aspectos chocantes, aberrantes, teratológicos (estudo das monstruosidades), mórbidos, poluentes e sórdidos das vidas de homens e mulheres.
E os alimentos? A propaganda infantil é a mais cruel de todas, porque já incentiva ao consumo de alimentos que danifica seus corpos, cérebros e mentes.
Os teóricos argumentam que isto é a realidade e é assim que deve ser mostrada. O que é assim não é a realidade, mas apenas um setor da sociedade, aquele que alguns irresponsavelmente acham de vitrinizar. Alguma parte da sociedade é de gente boa, equilibrada, sadia, espiritualmente nobre e bonita ("anormais"), mas alguns obsessivamente fazem questão de ignorar. 
Quantas pessoas e instituições sociais, mantendo-se com enormes sacrifícios, se devotam à prestação de generoso serviço, a distribuir caridade, a cultivar espiritualidade, a manifestar amor, a anunciar a luz, a propor a paz…?
Um diagnóstico correto não pode ser parcial.
Tudo que existe é assim com seus dois pólos. No entanto, enquanto os abutres só conseguem se interessar pela carniça, as abelhas são atraídas somente pela beleza, doçura e fragrância das flores. Aos que não vêem a não ser o lado mórbido das coisas, um convite:  dialoguem com as abelhas. A sociedade está doente pela hipertrofia de seu lado abutre com simultânea atrofia de seu lado abelha (assim já falava Sócrates). Há treva e luz, e não somente treva. Há ódio. Por que não o amor? Há violência, mas também há caridade Há corrupção, mas honestidade não falta.
Por que somente o diagnóstico negro?
A maioria imensa da humanidade é formada pelos “normóticos”, que desfrutam o tempo e o espaço cultural, e aí está a doença. 
A minoria dos curados de uma enfermidade chamada “normose” não pode continuar sendo esquecida. É verdade que a humanidade está enferma, e está exatamente pelo predomínio e pela ação dos medíocres e ignorantes que a integram (porque assim decidiram, "normoticamente").
É inadiável curar a “normose” da humanidade. E isto deve começar pela “desnormalização” de cada pessoa, o que requer, indispensavelmente, empenho e esforço pessoal depois de feita a opção por uma disciplina inteligente, por uma vigilância contínua e por jubiloso auto-sacrifício do ego no altar do Divino.
De minhas observações durante tanto tempo, fiz levantamentos dos sintomas que, com maior freqüência, os “normóticos” apresentam. A lista não é completa e nem um “normótico” qualquer tem de ter todos estes sintomas.  Não pretendo que este inventário seja perfeito. Quando alguém conseguir inventar um “normômetro” (aparelho capaz de medir a “normalidade” de uma pessoa), prestará um serviço inapreciável à Medicina Holística, para diagnosticar a “normose”.
Os “normóticos” têm reduzidas a juventude e a vida. As doenças degenerativas apressam a se manifestar antes do tempo. E ainda é motivado por distresse. Desprovido de um motivo, elevado, sublime e nobre para viver, desde que seus objetivos são mesquinhos e imediatistas, o “normótico” desconhece o que seja equanimidade, sobriedade, serenidade e paz. São fáceis vitimas dos opostos-de-existência. (Bi-Polares) Oscilam, indefesos e inconscientes, como folhas ao vento, sem repouso e sem destino. Numa hora, festejam ruidosa e às vezes alcoolicamente uma fugaz vitória ou uma aquisição furtiva. Noutra, se deprimem e lamentam, quando alcançados por um imposto despojamento de algo que não resistiria ao tempo. A “normalidade” dominante ensinou o “normótico” a lutar até exaurir-se e a usar todos os meios (até, quando preciso, os sujos) na convicção pouco inteligente de “ganhar ou… ganhar". Eles repelem a abnegação, a renúncia, a aceitação (adulta, madura) do inevitável (da realidade).
Desconhecendo o por que e para que viver, o “normótico”, é uma carta depositada no correio, na qual falta indicação do destinatário e do remetente. É uma carta que foi escrita inutilmente. Seu destino só pode ser a posta-restante.
Vivendo na superfície de si mesmo, o “normótico” age sob motivações que, em alguns casos, são bem tipicamente animais: comer (qualquer coisa goela abaixo), beber, defender-se, gozar e transar. Não cultiva (portanto não colhe) valores tipicamente humanos: verdade (ou veracidade); retidão; paz; amor (universal e puro); e não-violência. Sai Baba disse que a constatação “eu sou um ser humano” é apenas a metade da verdade.  A outra metade é poder dizer: “eu sou anormal”.
O “normótico” é um consumista obsessivo. Compra o que "precisa", o inútil. O que ele não pode é resistir às manobras da publicidade e do marketing. Ele sofre da síndrome de “aquisitite”. Para seguir comprando, comprando, gasta e se desgasta ansiosamente, obsessivamente.
Com a palavra “mesmismo” Erich Fromm denominou o fenômeno de cada um precisar se parecer com o outro. O “normótico” calça os mesmos tênis, veste as mesmas calças, bebe os mesmos refrigerantes, fuma as mesmas marcas, se fanatiza pelos mesmos ídolos populares, curte as mesmas músicas, demonstra, com isto, que sua segurança está em “ser normal”; falta-lhe a salvadora coragem de ser "anormal". Quanto mais “normótico”, mais submisso aos modelos da normalidade e imediatismo.    Esta tendência a entregar-se indefeso e inconsciente à robotização orquestrada pela propaganda massifica-o, esvazia-o. E é ainda pior quando se fanatiza por movimentos, líderes, seitas etc.
Porque nem imagina quanto o amor e a felicidade nos completam, o “normótico” confunde os simples desvarios sexuais (mero atrito, zero afeto e amor) com ser feliz. E o sentimento de posse do outro e o ciúme, que são apego-dependência, ele confunde com amor.
Na ânsia por uma mal-entendida liberdade, certos “normóticos” neuróticos confundem o ser feliz com o ser devasso, “assumido”, “liberado”, e se sentem à vontade em “curtir um barato”, embora depois recaiam trágicas conseqüências sobre ele:  escravidão ao traficante (marcas), AIDS, demência. Ao que não sabe o que é a verdadeira liberdade, eu lembraria que é a capacidade de não fazer aquilo que não se quer ou que se precisa não fazer (o coração decidiu). Não é o fazer aquilo que se deseja fazer. Muitos jovens, confundindo a liberdade com outra coisa, às vezes rompem com violência seus vínculos com o lar, e se entregam a uma aventura, que, a principio, pode até ser uma aventura, mas inevitavelmente acaba em desventura.
Há uma forma “normóide” de exercer poder político, econômico e social, na qual o “normótico” sempre tira proveito pessoal, indiferente à dor, à miséria, à injustiça que impõe às multidões de infelizes. Calígulas e Neros de gravata, os “normóticos” poderosos são pragas a fazer muitas vítimas.
Toda a minha literatura tem sido voltada para alertar os “normóticos”, convidando-os para dar uma guinada no rumo da verdadeira paz, do amor bem-aventurado, no rumo da sabedoria que liberta, da saúde, da alegria pura, da "anormalidade", finalmente da vida abundante.
Uma sugestão Doce Limão: não deixe de ler o livro A Era da Loucura - Michael Foley - Alaúde...

(*) Dr. José Hermógenes de Andrade Filho (Natal/RN, 9 de março de 1921), é escritor, professor e divulgador brasileiro de hatha yoga.  Doutorado em Yogaterapia pelo World Development Parliament da Índia e Dr. Honoris Causa pela Open University for Complementary Medicine.  Recebeu a Medalha de Integração Nacional de Ciências da Saúde e o Diploma d’Onore no IX Congresso Internacional de Parapsicologia, Psicotrónica e Psiquiatria (Milão, 1977). Eleito o Cidadão da Paz do Rio de Janeiro, em 1988, e a Medalha Tiradentes em 2000.  A premiação foi conferida pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, pelo bem-estar e benefícios à saúde que suas obras levam para os brasileiros.  É fundador da Academia Hermógenes de Yoga.
Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações, citada a autoria e a fonte www.docelimao.com.br 

domingo, 15 de março de 2015

sábado, 14 de março de 2015

É preciso não esquecer nada, Cecília Meireles


É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes
nem a oração de cada instante.

É preciso não esquecer de ver a nova borboleta
nem o céu de sempre.

O que é preciso é esquecer o nosso rosto,
o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.

O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,
a ideia de recompensa e de glória.

O que é preciso é ser como se já não fôssemos,
vigiados pelos próprios olhos
severos conosco, pois o resto não nos pertence.

Cecília Meireles


Homenagem ao dia Nacional da Poesia

sexta-feira, 13 de março de 2015

Escutar, Sophia Andresen

"Escuto mas não sei se o que ouço é silêncio ou Deus. Escuto sem saber se estou ouvindo o ressoar das planícies do vazio ou a consciência atenta que nos confins do universo me decifra e fita.
Apenas sei que caminho como quem é olhada, amada e conhecida.
E por isso em cada gesto ponho solenidade e risco."
Sophia Andresen

quinta-feira, 12 de março de 2015

Equilíbrio, Elizabeth Gilbert


“O eixo da calmaria é o teu coração. É aí que Deus vive dentro de ti. Portanto, para de procurar respostas no mundo. Limita-te a regressar a esse centro e aí encontrarás a paz.” 
Elizabeth Gilbert

Fonte: Livro: Comer, Rezar e Amar e Filme

quarta-feira, 11 de março de 2015

A água, Texto chinês


“De todos os elementos, o sábio tomará a Água como sua preceptora. A Água é submissa, mas conquista tudo. Apaga o Fogo e vendo que pode ser derrotada foge como vapor tomando nova forma. Carrega a Terra macia e quando é desafiada pelas rochas, procura um caminho ao seu redor... Satura a atmosfera de modo que o vento morre. A Água cede a passagem para os obstáculos com uma humildade enganadora, pois nenhum poder pode impedi-la de seguir seu caminho traçado rumo ao mar.”

Texto Chinês

terça-feira, 10 de março de 2015

Amo a vida, Helena Kolody


'Amo a vida. Fascina-me o mistério de existir. Quero viver a magia de cada instante, embriagar-me de alegria. Que importa a nuvem no horizonte, chuva de amanhã? Hoje o sol inunda o meu dia.' 

Helena Kolody

segunda-feira, 9 de março de 2015

domingo, 8 de março de 2015

Mulher, Clarice Lispector


"Todas as manhãs ela deixa os sonhos na cama, 
acorda e põe a roupa de viver."
Clarice Lispector

HOMENAGEM AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER

sábado, 7 de março de 2015

Não existe tirania, Ariano Suassuna, Molière


“Não existe tirania que resista a gargalhadas que lhe dêem três voltas em torno.”
Molière

Ariano Suassuna cita Molière e explica em sua Palestra : “É por isso que os tiranos temem os autores cômicos.”

sexta-feira, 6 de março de 2015

Tudo o que você quiser fazer, Goethe


“Tudo o que você quiser fazer ou sonhar que pode, comece. A ousadia traz em si poder e magia.”
Goethe

quinta-feira, 5 de março de 2015

Promessas a cumprir, Robert Frost

Gigante deitado - Botucatu - SP

“Os bosques são adoráveis, escuros e profundos; mas eu tenho promessas a cumprir, e milhas a percorrer antes de dormir.
Robert Frost

Frase do livro e filme Livre (Wild) 

- LIVRO: Livre - A Jornada de Uma Mulher Em Busca do Recomeço – de Cheryl Strayed

- Filme Livre (Wild)

quarta-feira, 4 de março de 2015

segunda-feira, 2 de março de 2015

Seja curioso, Walt Whitman



"Seja curioso, não crítico."
Walt Whitman

Frase do livro e filme Livre (Wild) 

- LIVRO: Livre - A Jornada de Uma Mulher Em Busca do Recomeço – de Cheryl Strayed

- Filme Livre (Wild)

domingo, 1 de março de 2015

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