Mostrando postagens com marcador Emily Dickinson. Mostrar todas as postagens
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domingo, 10 de setembro de 2017
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
A manhã, Emily Dickinson
A manhã se dá a todos,
A noite, para alguns poucos;
A raros afortunados,
A luz da madrugada.
Emily Dickinson
In: Poemas Escolhidos
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Os cães, Emily Dickinson
Meus anjos: Cindy e Chiara
"Os cães são melhores que os seres humanos porque eles sabem, mas não contam."
Emily Dickinson
quinta-feira, 2 de junho de 2016
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Se sua coragem negar-lhe, Emily Dickinson
Botucatu - SP - Três Pedras
“Se sua coragem negar-lhe,
vá além de sua coragem.”
Emily Dickinson
Frase do livro e filme Livre (Wild)
- LIVRO: Livre - A
Jornada de Uma Mulher Em Busca do Recomeço – de Cheryl Strayed
- Filme Livre (Wild)
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-216316/
Origianl Poem
If your Nerve, deny you—
If your Nerve,
deny you—
Go above your Nerve—
He can lean against the Grave,
If he fear to swerve—
Go above your Nerve—
He can lean against the Grave,
If he fear to swerve—
That’s a steady
posture—
Never any bend
Held of those Brass arms—
Best Giant made—
Never any bend
Held of those Brass arms—
Best Giant made—
If your Soul
seesaw—
Lift the Flesh door—
The Poltroon wants Oxygen—
Nothing more –
Lift the Flesh door—
The Poltroon wants Oxygen—
Nothing more –
Emily Dickinson
domingo, 28 de dezembro de 2014
Manhã de verão, Emily Dickinson
Uma sépala, pétala, um espinho,
Numa simples manhã de verão _
Brilho de orvalho – uma abelha ou duas –
Brisa saltando nas árvores –
E sou a rosa!
Emily Dickinson
Original Poem
A sepal, petal, and a thorn
Upon a common summer's morn
A flask of dew -- a bee or two
A breeze -- a caper in the trees
And I'm a rose!
Emily Dickinson
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
quinta-feira, 20 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Não sei quando virá o amanhecer, Emily Dickinson
flickr Kelly Petersen
Não sei quando virá o amanhecer,
por isso abro todas as portas.
Emily Dickinson
quinta-feira, 28 de março de 2013
Esperança, Emily Dickinson
"Esperança" é a coisa com penas
Que se empoleira na alma
E canta um som sem palavras
E nunca, mas nunca, pára,
E mais doce é ouvido no vendaval;
E dura precisa ser a tempestade
Que poderia desanimar o passarinho
Que mantém aquecidos a tantos.
Já o ouvi nas terras mais geladas
E nos mares mais estranhos,
Entretanto nunca, mesmo no desespero,
Ele pediu uma migalha a mim."
Emily Dickinson, (10 de dezembro de 1830 - 15 de maio de 1886) foi uma poeta norte-americana.
Leia mais:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Emily_Dickinson
Original poem
“Hope” is the thing with feathers -
That perches in the soul -
And sings the tune without the words -
And never stops - at all -
And sweetest - in the Gale - is heard -
And sore must be the storm -
That could abash the little Bird
That kept so many warm -
I’ve heard it in the chillest land -
And on the strangest Sea -
Yet - never - in Extremity,
It asked a crumb - of me.
Emily Dickinson, "'Hope' is the Thing with Feathers" from The Complete Poems of Emily Dickinson, edited by Thomas H. Johnson. Copyright 1945, 1951, 8 1955, 1979, 1983 by the President and Fellows of Harvard College. Reprinted with the permission of The Belknap Press of Harvard University Press.
Source: The Poems of Emily Dickinson Edited by R. W. Franklin (Harvard University Press, 1999).sábado, 26 de janeiro de 2013
Para fazer uma campina, Emily Dickinson
Para fazer uma campina
basta um só trevo e uma abelha.
Trevo, abelha e fantasia.
Mas na falta de abelha,
basta a fantasia.
Emily Dickinson
Emily Elizabeth Dickinson (Amherst, 10 de dezembro de 1830 - 15 de maio de 1886) foi uma poetisa americana, considerada moderna em vários aspectos da sua obra.
Leia mais
http://pt.wikipedia.org/wiki/Emily_Dickinson
sábado, 15 de dezembro de 2012
Natureza, Emily Dickinson
“Natureza” é aquilo que vemos –
A Colina – a Tarde –
Esquilo – Eclipse – Abelha –
Não – Natureza é Paraíso.
Natureza é o que escutamos –
O Bem-te-vi – O Mar –
Não – Natureza é Harmonia –
Natureza é o que conhecemos –
Sem ter, para dizê-lo, a arte –
Tão importante é a nossa Sabedoria
Para a sua Simplicidade.
Emily Dickinson
Tradução de Lucia Olinto
Emily Elizabeth Dickinson (Amherst, 10 de dezembro de 1830 - 15 de maio de 1886) foi uma poetisa americana, considerada moderna em vários aspectos da sua obra.
Leia mais
http://pt.wikipedia.org/wiki/Emily_Dickinson
Original poem
"Nature" is what we see
"Nature" is what we see—
The Hill—the Afternoon—
Squirrel—Eclipse— the Bumble bee—
Nay—Nature is Heaven—
Nature is what we hear—
The Bobolink—the Sea—
Thunder—the Cricket—
Nay—Nature is Harmony—
Nature is what we know—
Yet have no art to say—
So impotent Our Wisdom is
To her Simplicity.
Emily Dickinson
sábado, 8 de dezembro de 2012
Florescer, Emily Dickinson
Florescer – é Resultar – quem encontra uma flor
E a olha descuidadamente
Mal pode imaginar
O pequeno Pormenor
Que ajudou ao Incidente
Brilhante e complicado,
E depois oferecido, tal Borboleta,
Ao Meridiano –
Encher o Botão – opor-se ao Verme –
Obter o que de Orvalho tem direito –
Regular o Calor – escapar ao Vento –
Evitar a abelha que anda à espreita,
Não decepcionar a Grande Natureza
Que A espera nesse Dia –
Ser Flor é uma profunda
Responsabilidade -
Emily Dickinson, poetisa norte-americana
Poema traduzido por João Ferreira Duarte
Fonte: "LEITURAS, poemas do inglês", Relógio de Água Editores, Lisboa, 1993.
Leia mais
Original Poem
Bloom -- is Result -- to meet a Flower
And casually glance
Would scarcely cause one to suspect
The minor Circumstance
Assisting in the Bright Affair
So intricately done
Then offered as a Butterfly
To the Meridian --
To pack the Bud -- oppose the Worm --
Obtain its right of Dew --
Adjust the Heat -- elude the Wind --
Escape the prowling Bee
Great Nature not to disappoint
Awaiting Her that Day --
To be a Flower, is profound
Responsibility --
And casually glance
Would scarcely cause one to suspect
The minor Circumstance
Assisting in the Bright Affair
So intricately done
Then offered as a Butterfly
To the Meridian --
To pack the Bud -- oppose the Worm --
Obtain its right of Dew --
Adjust the Heat -- elude the Wind --
Escape the prowling Bee
Great Nature not to disappoint
Awaiting Her that Day --
To be a Flower, is profound
Responsibility --
Emily Dickinson
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Esperança, Emily Dickinson
"Esperança" é a coisa com penas
Que se empoleira na alma
E canta um som sem palavras
E nunca, mas nunca, pára,
E mais doce é ouvido no vendaval;
E dura precisa ser a tempestade
Que poderia desanimar o passarinho
Que mantém aquecidos a tantos.
Já o ouvi nas terras mais geladas
E nos mares mais estranhos,
Entretanto nunca, mesmo no desespero,
Ele pediu uma migalha a mim.
Emily Dickinson
Tradução de Luiz Felipe Coelho
Fonte: The Poems of Emily Dickinson Edited by R. W. Franklin (Harvard University Press, 1999)
Emily Elizabeth Dickinson (Amherst, 10 de dezembro de 1830 - 15 de maio de 1886) foi uma poetisa americana, considerada moderna em vários aspectos da sua obra. É a poetisa da solidão e do pranto da alma.
O poema Esperança, como um pássaro que se empoleira na alma humana. Pulsa caladamente e infatigavelmente, transmitindo confiança e aconchego, sobretudo, nos maus momentos.
E, é quando a tempestade se desencadeia mais violenta e feroz, que a esperança, essa coisa com penas, esse sentimento que não se esgota e vive sempre conosco, é ainda mais doce e mais vivaz, sem nunca pedir nada em troca.
Original Poem
"Hope is the Thing With Feathers"
Hope is the thing with feathers
That perches in the soul,
And sings the tune--without the words,
And never stops at all,
And sweetest in the Gale is heard;
And sore must be the Storm
That could abash the little Bird
That kept so many warm.
I've heard it in the chillest land,
And on the strangest Sea;
Yet, never, in Extremity,
It asked a crumb of me.
Emily Dickinson, "'Hope' is the Thing with Feathers" from The Complete Poems of Emily Dickinson, edited by Thomas H. Johnson. Copyright 1945, 1951, 8 1955, 1979, 1983 by the President and Fellows of Harvard College. Reprinted with the permission of The Belknap Press of Harvard University Press.
Source: The Poems of Emily Dickinson Edited by R. W. Franklin (Harvard University Press, 1999)
Source: The Poems of Emily Dickinson Edited by R. W. Franklin (Harvard University Press, 1999)
domingo, 26 de agosto de 2012
Santuário, Emily Dickinson
pintura de Guilherme de Faria
Alguns guardam o Domingo indo à igreja
Eu o guardo ficando em casa
Tendo um sabiá como cantor
E um pomar por santuário.
Alguns guardam o Domingo em vestes brancas
Mas eu só uso minhas asas
E ao invés do repicar dos sinos na igreja
Nosso pássaro canta na palmeira.
É Deus que está pregando, pregador admirável.
E o Seu sermão é sempre curto.
Assim, ao invés de chegar ao céu, só no final,
Eu o encontro o tempo todo em meu quintal.
Emily Dickinson
Emily Elizabeth Dickinson (Amherst, 10 de dezembro de 1830 - 15 de maio de 1886) foi uma poetisa americana, considerada moderna em vários aspectos da sua obra.
Leia mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Emily_Dickinson
Original Poem
Some keep the Sabbath going to Church
By Emily Dickinson
Some keep the Sabbath going to Church –
I keep it, staying at Home –
With a Bobolink for a Chorister –
And an Orchard, for a Dome –
Some keep the Sabbath in Surplice –
I, just wear my Wings –
And instead of tolling the Bell, for Church,
Our little Sexton – sings.
God preaches, a noted Clergyman –
And the sermon is never long,
So instead of getting to Heaven, at last –
I’m going, all along.
Source: The Poems of Emily Dickinson Edited by R. W. Franklin (Harvard University Press, 1999)
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