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sexta-feira, 27 de abril de 2018

Enquanto estiver viva minha criança, Autor Desconhecido

Fonte imagem: Facebook Sam Carlo



"Enquanto estiver viva minha criança, meu corpo poderá estar sem forças, mas meu coração, estará sempre cheio de amor..."
Autor Desconhecido

domingo, 24 de dezembro de 2017

A Paz Perfeita, Autor Desconhecido



Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de
captar numa pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram. O
rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele
realmente gostou e teve que escolher entre ambas. A primeira era um lago
muito tranqüilo...um espelho perfeito onde se refletiam plácidas montanhas
que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens
brancas.
Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a
paz perfeita. A segunda pintura também tinha montanhas...mas estas eram
escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu
tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e
trovões...tudo isto se revelava nada pacífico. Mas quando o rei observou
atentamente reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma
fenda na rocha.
Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído
da violenta camada de água, estava um passarinho placidamente sentado no seu
ninho. Paz Perfeita! Qual pensas que foi a pintura ganhadora? O rei escolheu
a segunda...mas por quê? O rei explicou: "Paz não significa estar num lugar
sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor. Paz significa que,
apesar de se estar no meio de tudo isso, permaneçamos calmos no nosso
coração. Este é o verdadeiro significado de Paz."
Autor Desconhecido

domingo, 5 de novembro de 2017

Xícaras, autor desconhecido




Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, se reuniu para visitar um antigo professor da universidade. Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo.
Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras - de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; dizendo a todos para se servirem.
Quando todos os estudantes estavam de xícaras em punho, o professor disse: se vocês repararem, pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é a fonte dos seus problemas e estresse. Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo.
O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras... e então ficaram todos de olho nas xícaras uns dos outros.
Agora pensem nisso: a vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras. Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a vida... e o tipo de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de vida que vivemos... a nossa felicidade!
Às vezes, ao nos concentrarmos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que Deus nos deu. Deus côa o café, não as xícaras...
Saboreie o seu café!

Autor desconhecido

sábado, 4 de abril de 2015

Lição da abelha, Autor desconhecido



"As abelhas nos dão um grande exemplo de DESAPEGO.
Após construírem a colmeia, elas abandonam-na.
E não a deixam morta, em ruínas, mas viva e repleta de alimento.
Todo mel que fabricaram além do que necessitavam é deixado. Batem asas para a próxima morada sem olhar para trás.
Num ato incomum, abandonam tudo o que levaram a vida para construir.
Simplesmente, o soltam sem preocupação se vai para outro.
Deixam o melhor que têm, seja pra quem for - o que é muito diferente de doar o que não tem valor ou dirigir a doação para alguém de nossa preferência.
Se queremos ser livres, parar de sofrer pelo que temos e pelo que não temos, devemos abrigar um único desejo: o de nos transformar. Assim, quando alguém ou algo tem de sair de nossa vida, não alimentamos a ilusão da perda.
O sofrimento vem da fixação a algo ou a alguém.
O apego embaça o que deveria estar claro: por trás de uma pretensa perda está o ensinamento de que algo melhor para nosso crescimento precisa entrar.
Se não abrirmos mão do velho, como pode haver espaço para o novo?"

Autor desconhecido

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