“Quando alguém, com fé e amor, oferece-me algo, Por menor que seja – Uma folha, uma flor, uma fruta, um gole de água – Eu o aceitarei com prazer das suas mãos.
O que quer que fizeres ou deres, ó príncipe – Sejam presentes, jogos ou orações – Oferece-me todas as tuas oferendas Com um coração cheio de devotamento.
Destarte te libertarás da cadeia dos resultados Que te prendes a este plano inferior, Onde se sucedem o próspero e o adverso. Pela ioga do desapego, entrarás em mim.”